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https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2019/09/eterna-promessa-literatura-fantastica-brasileira-nunca-decola.shtml?fbclid=IwAR24mssE_SC4EN4877GwNrxzWy16JPqsXQC6JyTiMsI9RqVfpBoQ7fl17ms

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Publicado por em 30 de setembro de 2019 em Livro

 
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Publicado por em 21 de setembro de 2019 em Livro

 

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O filme: A fotografia

Informação e arte:

A primeira incursão em livro do fotógrafo Fabio Giorgi começa em “Manual de Cianotipia e Papel Salgado” reavivando no coletivo velha tradição; depois em “O Lápis da Natureza” Giorgi traduz para o português americano o registro de um dos “pais” da fotografia – nos primeiro moldes de como conhecemos sua reprodução hoje – do inglês William Henry Fox-Talbot – ambas as edições pela carioca Ibis Libris Editora.

Agora Fabio incita seu público outra vez com um terceiro livro, também pela Ibis Libris: “Formulário P&B – Alternativa Fotográfica”… onde veremos que:

“A fotografia não é mais aquela exclusivamente química e nem tão pouco somente digital. A fotografia se transformou em algo híbrido, onde todas as ferramentas disponíveis se completam. Mais de 100 fórmulas para reveladores para filmes e papéis, fixadores, banhos de intensificação e redução de negativos e muito mais para refrescar a memória de alguns e mostrar à novíssima geração de fotógrafos que as informação e conhecimento acumulados desde 1826, podem ser aliados ao que existe de mais moderno em termos de produção de imagens.”

O “Alternativa Fotográfica” do sub-título é o nome de um dos blogs mais respeitados sobre fotografia em língua portuguesa (operando desde maio de 2009; onde Fabio dá informações, fórmulas, dicas e o melhor: algumas delas apenas esquecidas do grande público. Com um trabalho de arqueologia e leitura invejável, o autor do blog busca informações em diversas fontes de diversas línguas. Desde fórmulas químicas para revelação até a foto digital: nada escapa a esse amante “do registro do momento”.

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Onde adquirir “Formulário P&B – Alternativa Fotográfica:
https://ibislibris.loja2.com.br/9133178-Formulario-PB-Alternativa-Fotografica

Onde adquirir “O Lápis da Natureza”:
https://ibislibris.loja2.com.br/8770719-O-lapis-da-natureza

Onde adquirir: “Manual de Cianotipia e Papel Salgado”:
https://ibislibris.loja2.com.br/7696388-MANUAL-DE-CIANOTIPIA-PAPEL-SALGADO-ALTERNATIVA-FOTOGRAFICA

Link para o blog “Alternativa Fotográfia”:
https://alternativafotografica.wordpress.com/about/

 

 
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Publicado por em 21 de setembro de 2019 em Foto, Livro, Onde comprar, Where to buy

 

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Onde comprar: II

O site da Ibis Libris Editora para se achar “ALGUM MAL & OUTRAS PEQUENAS COISAS”:

https://ibislibris.loja2.com.br/3755744-Algum-mal-outras-pequenas-coisas

 
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Publicado por em 21 de setembro de 2019 em Livro, Onde comprar, Where to buy

 

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Onde comprar: I

O melhor lugar para se adquirir “PEQUENAS COISAS” na net:

http://www.alamedaeditorial.com.br/pequenas-coisas-gustavo-goulart-

 
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Publicado por em 21 de setembro de 2019 em Livro

 

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Esta não é a jornada de um herói. Este é outro tipo de jornada.

A JORNADA DE SAMARA – LitFan navegando ao sul da linha do equador.

“Era uma vez, num reino distante, uma donzela em perigo que precisou ser resgatada por um príncipe”. Essa é a história que você já ouviu. Incontáveis vezes. De diversas formas diferentes. A trama principal de A Jornada de Samara, porém, nos brinda com uma inversão deste clichê. Vários aspectos do livro não chegam a ser originais. É uma fantasia medieval épica, como tantas outras já escritas e popularizadas, mas é nos detalhes que este livro brilha. Em primeiro lugar, falemos de nossa protagonista, Samara de Mirange. Ela é sim uma figura feminina num mundo majoritariamente patriarcal. Ela não conta com talentos miraculosos que solucionam todas as adversidades que aparecem durante sua jornada. Fazê-lo seria exatamente corromper o objetivo do autor com esta narrativa. Seria torna-la uma “Mary Sue”. Durante sua jornada, Samara enfrenta perigos e desventuras físicas e aventurescas, mas os maiores perigos são as intrigas e embates sociais que o autor a impõe. Também nos convém ressaltar como a inversão do clichê mencionado já traz novos ares ao gênero. A jovem mulher protagonista desta história não se resigna ao papel passivo e reativo típico. Pelo contrário. Parte dela a ideia de resgatar o próprio irmão mais velho, perdido fora do alcance do que é considerado o mundo civilizado.

O cenário por si só também é um ponto em que os objetos não surpreendem. O que surpreende é como eles são usados. Sim, temos cavaleiros armadurados figurando ao lado de estudiosos e herméticos magos. Tudo isso já foi visto antes, mas, mesmo a leitura desatenta do livro tem a sincera impressão de que tudo que está ali, está ali para servir a algum propósito, mesmo que seja algo talvez insignificante. O prelúdio do livro, inclusive, aparentemente paralelo e desconexo com a narrativa principal, se liga a esta ao modo que costumamos ver em gênios consagrados da narrativa cinematográfica. Cada frase e fala em um diálogo parece calculada para melhor expressar certas facetas de cada personagem. Isso torna o mundo complexo e interessante, não pelo esforço tolkieniano de torna-lo crível ou verossímil, mas porque seus personagens são interessantes e humanamente falhos e multifacetados. O narrador onisciente aqui empregado, também serve a um motivo, esclarecido no fim promissor da narrativa.

Fora do livro, vivemos numa época em que vários debates têm se levantado acerca da apropriação cultural e suas implicações midiáticas. O autor se cuida também para tentar retratar uma cultura que não chega a ser árabe propriamente dita, mas é nitidamente bastante inspirada por ela. Ou por aquilo que os olhos ocidentalizados enxergariam como fantástico nela. O reino natal de nossa protagonista é regido por uma monarquia, sim, mas não há como não pensar nas místicas mil e uma noites ao se falar de desertos, mulheres de véus, homens destros nas cimitarras, turbantes e fiéis sendo chamados às preces por cânticos sacerdotais entoados do alto de seus templos. Se a inspiração estética parece vir dos reinos de Sherazade, curiosamente a religião de Mirandel usa um turíbulo em uma de suas cerimônias em dado momento do livro. Um instrumento católico e ocidental. Mirandel não é a Arábia. Nem como um retrato fidedigno, preciso e histórico de seu presente ou passado, ou mesmo como um apanhado de sua mitologia e iconografia. Mirandel é o que Mirandel é, afinal.

A intriga e o mistério aparecem bastante intercalados com a aventura ao longo do livro. Há momentos para as duas formas de ação. Mas também há momentos de calmaria e repouso em que o importante não é mais o peso da palavra bem colocada e da mente arguciosa, ou o golpe heroico e triunfante. Nesses momentos, não raro nos vemos literalmente relaxando e descontraindo de momentos tensos passados junto dos personagens.

O mundo em que a história se passa é várias vezes mencionado apenas como “os Quatro Reinos”, e de fato não vemos mais do que isso ao longo da narrativa. Todos têm suas particularidades e características mais salientes (resumidas e apresentadas de forma bastante leve logo no poema rimado que abre o livro. Não me parece tão errado dizer que o próprio cenário não se importa com esses mesmos estereótipos). É bastante interessante como o autor usa de seus estereótipos para criar esses “mega personagens”, que se comportam como entidades coletivas compostas por personagens individuais integrantes destas macro-estruturas. Interessante também é como, mesmo num cenário onde as forças ao redor dos personagens parecem ditar como eles devem ser, parece haver persistentes “ovelhas negras” que se recusam a seguir esses moldes e seguir caminhos inversos. Diferentemente do que se esperaria, porém, eles não são tidos como heróis rebeldes e inovadores. Na maioria dos casos, há um preço a pagar por essa rebeldia. Nesse sentido, a narrativa se aproxima muito mais dos clássicos do oriente do que os já são consagrados por aqui.

Em suma, o livro apresenta várias quebras do que se esperaria numa história desse gênero. Não pelo mero afã de revolucionar o gênero. Muito pelo contrário. Conforme disse, muito do que aparece aqui está dentro do esperado e já visto anteriormente. O ponto forte do livro está em como esses clichês são usados e invertidos ou até mesmo deturpados. Esta não é a jornada de um herói. Este é outro tipo de jornada.

JORNADA

 

Link abaixo:

http://www.autografia.com.br/loja/a-jornada-de-samara/detalhes

 
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Publicado por em 18 de setembro de 2019 em Livro, Onde comprar, Where to buy

 

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O livro “E” de Edmilson Pereira.

Imagino que deva haver muita dor em sabermos que em nossa cidade, coisa tão nossa

quanto o que chamamos “lar”, é saber que gigantes da raça ali surgiram, ali vivem, ali

passam por nós na rua.

Claro: os ignoramos. Basta saber o motivo disto. Quanto um homem pode suportar sua

existência frente a existência de um gigante de sua própria raça – sendo que o suposto

homem não é um gigante… como a maioria não é.

Fato é que EDMILSON DE ALMEIDA PEREIRA já se solidificou como um dos mais

importantes poetas do Brasil atual e dentro do mundo lusófono.

E é essa genialidade que dói em nós.

Primeiro deveríamos usá-lo: comprar e ler sua obra;

Segundo: o segundo não tem jeito: levaremos um murro dentro da cara;

Terceiro: aqui temos a liberdade de escolher entre 2 caminhos: OU aceitamos

sua existência sedutoramente e delicadamente ser superior… OU o lemos, com

amor, ódio e carinho… até resignificar os signos que ele produz. Torná-los

nossos e sermos autores de nossa vida.

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Link para a compra do livro:

https://www.editorapatua.com.br/produto/12936/livro-e-de-edimilson-de-almeida-pereira

 
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Publicado por em 14 de setembro de 2019 em Livro

 

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